quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Sugestão literária natalícia: Um cântico de Natal, de Charles Dickens

Um cântico de Natal, de Charles Dickens, é um dos livros mais lidos na quadra natalícia. Para além de ser um livro pequeno (a edição da Quasi, por exemplo, tem 101 páginas), é uma história escrita de forma simples e cativante. Rapidamente ficamos interessados em Scrooge, um homem velho conhecido pelo seu egoísmo, e os Espíritos que o visitam para mostrar como é, realmente, o mundo em que Scrooge vive e como ele pode vir a ser uma pessoa melhor.

Dickens começou a escrever esta história em outubro de 1843 e publicou-a no dia 19 de dezembro do mesmo ano através da editora Chapman & Challs. Ao contrário do que normalmente acontece nas editoras tradicionais, Dickens foi quem pagou os custos da publicação, uma vez que um livro que tinha publicado anteriormente nesta editora não tinha obtido lucros suficientemente bons. Na realidade, os donos da editora queriam publicar Um cântico de Natal numa revista ou numa coleção barata dos trabalhos do autor. No entanto, Dickens conseguiu o que queria, isto é, um livro.




Scrooge and the Ghost of Christmas Present
Ilustração de Scrooge e do Fantasma do Natal Presente. Autoria: John Leech (o ilustrador da primeira edição).
Fonte da imagem.



Atualmente, podemos achar estranho que uma história de Natal tenha espíritos, mas, na época do escritor, ler histórias sobre fantasmas na quadra natalícia era uma tradição.

Mas os espíritos não são o único aspeto relevante desta novela. Este enredo destaca-se pelos temas que apresenta, como a pobreza. O próprio Dickens preocupava-se com os mais pobres, principalmente com as crianças. Por isso, nos seus livros, podemos encontrar comentários contra as desigualdades na distribuição da riqueza na época vitoriana. Por exemplo, neste livro, há duas situações completamente contrárias: por um lado, temos o sobrinho de Scrooge, que festeja o Natal de forma abundante. Por outro lado, temos a família do pequeno Tim, que celebra o Natal com alegria, mas com poucos recursos económicos. 



Fotografia de Daniela Sampaio.



É uma história intemporal também devido à importância atribuída aos valores típicos do Natal, mas que deveriam ser praticados sempre. Deveremos ter dentro de nós bondade, empatia, solidariedade e amor não apenas durante a quadra festiva, mas durante toda a nossa vida. A avareza e o egoísmo corroem a alma e podem até destruir vidas. O melhor é praticar o bem.

Um cântico de Natal é uma história moralista que mostra como a redenção de um indivíduo é possível se ele perceber que tem algo para melhorar, quer em si mesmo, quer no mundo. Fala sobre a injustiça social através de elementos mágicos. É, ainda, uma história de Natal. Tem, no título, a palavra cântico talvez por ser, no fundo, uma história com um final feliz sobre a alegria do Natal e os seus valores positivos.

A novela já teve várias adaptações, como filmes, séries, peças de teatro e musicais. Uma das adaptações cinematográficas mais conhecidas é a versão protagonizada por Jim Carrey, que é tão obscura quanto o livro.




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Jim Carrey dá voz ao icónico Scrooge na adaptação cinematográfica da Disney de 2009.
Fonte da imagem.




A Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada tem, para empréstimo, dois exemplares diferentes d'Um Cântico de Natal:


  • DICKENS, Charles - Um cântico de Natal. Vila Nova de Famalicão: Quasi, 2018. 101 p.
    EMP 82(410)-34 DIC/can;
  • ________________ - O cântico de Natal. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 2001. 149 p.
    JUV-D 82-31 BBOLSOCL v.10.




Fontes:

Learn about A Christmas Carol. Disponível em: https://www.charlesdickensinfo.com/christmas-carol/. Acedido a 11 de dezembro de 2019;

A Christmas Carol- Plot summary. Disponível em: https://www.bbc.co.uk/bitesize/guides/zgvbgk7/revision/1. Acedido a 11 de dezembro de 2019.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Quase um século de Clarice Lispector

Clarice Lispector nasceu no dia 10 de dezembro de 1920, na Ucrânia. Tinha apenas dois meses quando a família, de origem judaica, foi viver para o Brasil, pois os pais já não se sentiam seguros na Europa.

Antes de ir para a Universidade, já lia autores como Hermann Hesse, Dostoiévsky, Júlio Dinis, Eça de Queirós, Machado de Assis, Jorge Amado, etc.

Em 1938, foi para a Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil. Simultaneamente, deu aulas particulares de matemática e de português, aprendeu dactilografia e frequentou aulas de Cultura Inglesa. Concluiu o curso em 1943, aos 24 anos. Nesse mesmo ano, publicou o seu primeiro romance, Perto do Coração Selvagem, com o qual obteve o seu primeiro prémio, Graça Aranha, da Academia Brasileira de Letras.


1942
Capa da primeira edição do seu primeiro romance.
Fonte da imagem.


Foi secretária e tradutora. Apesar dos obstáculos que as mulheres enfrentavam no mundo do trabalho, Clarice Lispector conseguiu ser jornalista, o que era raro no Rio de Janeiro dos anos 40 do século passado. Foi, ainda, e principalmente, uma escritora de renome, tendo publicado romances, novelas, contos, crónicas, etc. Os livros infantis surgiram graças ao seu filho mais novo, Paulo, que, um dia, quis que a mãe escrevesse uma história para ele. Foi assim que nasceu o primeiro livro infantil de Lispector, O Mistério do Coelho Pensante, inspirado nos animais de estimação do filho.



1953
Clarice com o seu filho mais novo, Paulo, em 1953.
Fonte da imagem.


A sua obra literária é reconhecida pelos temas que muito explorou, como os relacionamentos amorosos e os seus problemas, a descoberta da força interior na solidão e as epifanias. A sua obra encontra-se disponível em 30 idiomas, como o hebraico, o coreano, o finlandês, o inglês, o francês, o espanhol, etc.


Faleceu no dia 9 de dezembro de 1977,  um dia antes de celebrar o seu 57.º aniversário.


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Fonte da imagem.


A Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada tem, para empréstimo, diversos livros
Esta lista conta apenas com três títulos:

  • LISPECTOR, Clarice - Contos. Lisboa: Relógio d'Água D. L., 2002. 362 p.
    EMP 82(81)-34 LIS/con;

  • ________________- A hora da estrela. Lisboa: Relógio d'Água D. L., 2002. 93 p.
    EMP 82(81)-31 LISP/hor;

  • ________________ - O mistério do coelho pensante. Lisboa: Relógio d'Água D. L., 2013. 19 p.
    JUV 82-34 UNI/mis.



Fontes:
GOTLIB, Nádia Battella - Vida. Disponível em: https://claricelispectorims.com.br/vida/;
MODELLI, Laís (2018, 10 de dezembro) - Clarice Lispector: mais de 40 anos após morte, escritora desperta mais questões do que quando viva. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-42313869. Acedido a 10 de dezembro de 2019;
BRITO, Carina (2019, 7 de outubro) - Clarice Lispector: o que você precisa saber sobre a autora para o Enem. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Vestibular-e-Enem/noticia/2019/10/clarice-lispector-o-que-voce-precisa-saber-sobre-autora-para-o-enem.html. Acedido a 10 de dezembro de 2019.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Prémio Oceanos 2019

Na passada quinta-feira, dia 5 de dezembro, foram anunciados os nomes das três vencedoras do Prémio Oceano de 2019.

Djaimilia Pereira de Almeida, escritora portuguesa nascida em Angola, graças ao romance Luanda, Lisboa, Paraíso, ficou em primeiro lugar. Em segundo lugar, ficou Eliete, da escritora portuguesa Dulce Maria Cardoso. O terceiro lugar é ocupado pela brasileira Nara Vidal, que escreveu o romance Sorte.



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As fotografias das três vencedoras.
Fonte da imagem.


Segundo o júri, no Luanda, Lisboa, Paraíso, que "narra o trajeto de pai e filho de Luanda para Lisboa – tendo como destino final, em Lisboa, o ‘bairro de lata’ (favela) de Paraíso –, Djaimilia Pereira de Almeida compõe, através de linguagem viva, um relato sensível sobre as ilusões e desilusões do mundo pós-colonial.”

Quanto a Eliete, o júri achou que o "exílio existencial e solidão de uma mulher de classe média estão impressos neste romance acerca do tédio da sociedade contemporânea, do vazio da vida urbana e das redes sociais.”

Por fim, o júri comentou que, "com uma linguagem austera, reduzida ao osso da palavra, o romance de Nara Vidal aborda a imigração para o Brasil no século 19 e a degradação da mulher em um ambiente marcado pela escravidão e pelo racismo."



Capas dos romances vencedores.
Imagens retiradas do site da Bertrand.



Djaimilia Pereira de Almeida, com Luanda, Lisboa, Paraíso, já tinha recebido outros galardões, como o Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz e o Prémio Literário Fundação Inês de Castro. Foi, ainda, um dos livros finalistas do Prémio APE e do Prémio PEN Club. Com este romance, a autora pretendia explorar a diáspora e uma "certa interioridade negra".


Djaimilia receberá 27.000€, Dulce Maria Cardoso ganhará 18.000€ e, por fim, Nara Vidal obterá 11.000€. 


Ainda não foi publicado, em Portugal, o romance da escritora brasileira, mas a Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada tem, para empréstimo, os dois romances portugueses vencedores:


  • ALMEIDA, Djaimilia Pereira de - Luanda, Lisboa, Paraíso. Lisboa: Companhia das Letras. 2018. 229 p.
    EMP 82(673)-31 ALM/lua;

  • CARDOSO, Dulce Maria - Eliete. Lisboa: Tinta da China. 2018. 285 p.
    EMP 82(469)-31 CAR/eli.



Fontes:

Três romances de três escritoras vencem o Oceanos 2019. Disponível em: https://associacaooceanos.pt/tres-romances-de-tres-escritoras-vencem-o-oceanos-2019/. Acedido a 9 de dezembro de 2019;

Escritora Djaimilia Pereira de Almeida vence Prémio Oceanos. Disponível em: https://www.dn.pt/cultura/escritora-djaimilia-pereira-de-almeida-vence-premio-oceanos-11587263.html. Acedido a 9 de dezembro de 2019.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Os Xailes Negros, de José de Almeida Pavão

Os Xailes Negros foi publicado em 1973 e é o romance mais célebre de toda a obra do Professor Doutor José de Almeida Pavão. Em 1986, ganhou uma adaptação televisiva feita por Zeca Medeiros e Emanuel Macedo e produzida pela RTP Açores.

Tendo como pano de fundo a freguesia das Sete Cidades (havendo muitas referências à lagoa), Os Xailes Negros conta a história de Manuel e Ermelinda, dois jovens nos seus 20 e poucos anos que muito sofrem à mercê dos mexericos e dos traumas. É um livro sobre a curiosidade negativa alheia, a dor, a emigração e as guerras coloniais. Mas nem tudo é negro como os xailes. Também há amor, não só entre um homem e uma mulher, mas também pelas lindas tradições açorianas, como os balhos e as Festas do Espírito Santo.



Capa da reedição (comemorativa) d'Os Xailes Negros.


Este romance é uma homenagem magnífica à terra (micaelense) e aos que nela vivem, incluindo aqueles que tiveram de a abandonar. Para quem o lê agora, faz lembrar aqueles que serviram a pátria e, consequentemente, voltaram diferentes. Questiona como é que o homem nunca é "condenado", mas a mulher é sempre a culpada das desgraças de um homem. Ensina-nos que não são os outros que devem mandar na nossa vida, mas nós mesmos. 


Por ser um pequeno grande livro que marcou uma geração e por mostrar o dom que José de Almeida Pavão tinha, Os Xailes Negros foi reeditado como uma forma de celebrar o centenário do nascimento do autor. Hoje, pelas 14h30, haverá um colóquio sobre a sua vida e obra. Pelas 17h30, a reedição deste grande romance será apresentada. Pelas 18h, será inaugurada uma exposição sobre José de Almeida Pavão como mestre e escritor.



A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, óculos graduados, texto e closeup
Convite sobre as iniciativas preparadas para hoje, dia 6 de dezembro de 2019.



A Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada tem um exemplar para empréstimo:

  • PAVÃO JÚNIOR, José de Almeida Pavão - Os xailes negros. Ponta Delgada: [s.n], 1973. 215 p.
    EMP AÇORES 82-31 PAV/xai E04921

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Evocações/Página dum álbum, de José de Almeida Pavão

Evocações/Páginas dum álbum é um livro de 20 contos que foi publicado em 1968. Foi a primeira obra de ficção que o Professor Doutor José de Almeida Pavão editou.

Esta antologia de contos aborda diversos assuntos, como a arte (há, por exemplo, um conto sobre um homem que adora fado, "Memórias do Chico Frasqueira"), o matrimónio, problemas amorosos (no conto "Os craveiros pegaram", Joana ama imenso um jovem que os pais não aprovam e, por isso, sofre muito, mas também tenta encontrar uma solução para o seu problema), a religião ("Aquele galo!" narra a história de um padre "megalómano", mentiroso e violento).



Fotografia de Daniela Sampaio.


Ao longo do livro, o leitor pode encontrar vários elementos típicos da obra literária do professor micaelense. Há momentos relacionados com as Festas do Espírito Santo e/ou festas do orago (festas de freguesia). Predominam as descrições detalhadas e muito visuais das paisagens naturais. Está também presente a dicotomia destino/livre arbítrio. Uma outra característica recorrente na sua obra ficcional e que está nos contos é a existência de personagens do povo.


Se gostaria de ler algum livro de José de Almeida Pavão pela primeira vez e conhecê-lo como escritor, Evocações/Páginas dum álbum, com um leque de histórias diferentes e ricas, poderá ser uma boa primeira leitura. Deste modo, o leitor fica a conhecer os assuntos e os temas que o autor explorava imenso, bem como o seu estilo de escrita. 



Índice.
Fotografia e edição de Daniela Sampaio.



A Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada tem dois exemplares deste livro para empréstimo:
  • PAVÃO JÚNIOR, José de Almeida - Evocações/Páginas dum álbum. Ponta Delgada: [Tip. Diário dos Açores]. 1968.
    EMP AÇORES 82-34 PAV/pag E25553.
    EMP AÇORES 82-34 PAV/pag ex.2 E25554.

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Marianinha, de José de Almeida Pavão

Marianinha foi o último livro de ficção publicado por José de Almeida Pavão, em 1997. Conta a história de Marianinha, que se apaixona por um rapaz "malandro". Ao ficar grávida dele, eles casam-se, mas ela tem uma vida infeliz, repleta de problemas financeiros e de crimes, que prejudicam também aqueles que ela mais ama.



Fotografia e edição de Daniela Sampaio.


Neste romance, prevalecem temas típicos da obra literária do professor micaelense, como o poder do fado/destino e a valorização das tradições populares, como os balhos, as Festas do Espírito Santo e as Festas do Senhor Santo Cristo. Também há comentários sociais e reflexões que parecem ser muito atuais para nós, que estamos prestes a começar uma nova década do século XXI. Aborda assuntos como os imigrantes e a descoberta das suas origens, o aborto, a submissão da mulher perante o marido, assédio sexual, violação, etc.


Marianinha é uma carta de amor à natureza e às tradições populares, sendo, ainda, uma chamada de atenção social. É um livro que não só entretém, como também nos faz refletir.


A Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada tem, para empréstimo, dois exemplares de Marianinha:

  • PAVÃO JÚNIOR, José de Almeida. Marianinha. Ponta Delgada: Coingra. 1997. 187p.
    EMP AÇORES 82-31 PAV/mar E03689
    EMP AÇORES 82-31 PAV/mar ex.2 E25634

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

José de Almeida Pavão: Comemoração do centenário do nascimento

José de Almeida Pavão Júnior nasceu em São José, Ponta Delgada, a 6 de dezembro de 1919. Foi ficcionista, ensaísta e professor. Lecionou no Liceu Antero de Quental durante 34 anos (onde também foi Vice-Reitor e Reitor) e na Universidade dos Açores. Devido ao seu trabalho como professor, foi condecorado, em 1983, pelo Presidente da República Ramalho Eanes com o grau de comendador da Ordem da Instrução Pública.

A sua carreira académica é marcada por participações em colóquios, conferências, congressos, seminários e sessões comemorativas em Portugal, no Brasil, no Canadá e nos EUA. Publicou artigos, ensaios e recensões sobre Camões, Gil Vicente, Fernando Pessoa, a literatura açoriana, o teatro, o ensino, entre outros temas. 

Como escritor de ficção, publicou livros relacionados com o povo açoriano. Destacam-se Evocações (1968), Os Xailes Negros (1973) e Marianinha (1997). 

Para além de mestre e de escritor, foi, ainda, colaborador da administração da Junta Geral do Distrito Autónomo de Ponta Delgada e vogal, vice-presidente e presidente do Instituto Cultural. Foi, também, diretor da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada. 

Faleceu a 20 de setembro de 2003, em Ponta Delgada, aos 83 anos de idade. Atualmente, é visto como uma figura emblemática da cultura açoriana.



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Fonte da imagem.

Para celebrar o legado literário e humano desta grande figura que muito fez pela cultura açoriana, a Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada organizou três eventos para o dia 6 de dezembro de 2019. O colóquio José de Almeida Pavão: uma vida dedicada à cultura, que irá começar pelas 14h30, irá contar com a presença do Professor Doutor Luiz Fagundes Duarte, cuja comunicação tem como título Da sábia química de Almeida Pavão. De seguida, Zeca Medeiros e Emanuel Macedo irão falar sobre a adaptação televisiva d'Os Xailes Negros. Por fim, a Professora Doutora Maria Leonor Pavão Sequeira de Medeiros abordará o percurso do antigo diretor da BPARPD.

A apresentação da reedição d'Os Xailes Negros está marcada para as 17h30 e, de seguida, pelas 18h, será inaugurada a exposição José de Almeida Pavão: o mestre e a escrita, que estará disponível para o público até ao dia 6 de março de 2020.



Almeida Pavão
Carta informativo.


No blogue, ao longo desta semana, poderão contar com algumas sugestões de leituras de livros de José de Almeida Pavão.


Fontes:

Comemoração do centenário do nascimento Professor Doutor José de Almeida Pavão Júnior. Disponível em: https://bparpd.azores.gov.pt/evento/comemoracao-do-centenario-do-nascimento-professor-doutor-jose-de-almeida-pavao-junior/. Acedido a 2 de dezembro de 2019.